Um excelente ano de 2009 para vocês e suas respectivas familias e amigos. Que a paz possa reinar e que todos os desejos profissionais ou não se concretizem. Vamos agir!!!!
O ator Lázaro Ramos prestigiou o espetáculo "Áfricas" neste domingo, 07. Lázaro, que é produtor associado, recepcionou os convidados no Teatro Villa Lobos, em Copacabana, no Rio. O espetáculo é realizado pela companhia Bando de Teatro Oludum e aborda o universo mítico africano através da dança e da música. Ontem, também estavam na platéia Renata Sorrah, Juliana Alves e Thiago Mendonça. Além de 'Áfricas', a companhia baiana também encena "Ó pái ó", "Cabaré da Rrrrraça" e "Sonhos de uma noite de verão".
Lázaro Ramos e Juliana Alves prestigiaram o espetáculo "Áfricas"
Lázaro
Nesta sexta-feira, 5, será exibido o último capítulo da primeira temporada de "O Paí, Ó", que traz o ator Lázaro Ramos no papel do poeta Roque. O projeto, que começou no teatro com o grupo "Bando de Teatro Olodum", passou pelo cinema e agora retorna aos palcos apresenando a mesma história encenada no ano de 1992. Além do último na televisão, nesta sexta-feira também estréia a peça que leva o mesmo nome da série e que conta com a direção de Márcio Meirelles. Longe de palcos e trabalhando no espetáculo como produtor associado, Lázaro falou com exclusividade ao EGO sobre esse novo momento em sua carreira profissional.
EGO: Após 16 anos desde a estréia no teatro, o que realmente mudou desde a primeira montagem de "O Paí; Ó"?
LÁZARO RAMOS: Tudo nessa peça foi resgatado da montagem original em 1992. Os figurinos e toda a estrutura são originais. A única coisa que é novidade, são os instrumentos melódicos que se acoplaram aos de percussão. A história é a mesma da época, inclusive com os mesmos atores do grupo.
Como é estar do outro lado do espetáculo?
Agora mesmo estava assistindo ao ensaio e percebi pequenos detalhes da nossa cultura que precisam ser mostrados para o grande público. Não acho que o teatro feito no Rio ou em São Paulo represente a totalidade. Essa temporada aqui no Rio vai ser uma ótima oportunidade para as pessoas refletirem sobre essa questão. O bom de estar no outro lado é justamente isso, ter a possibilidade de perceber detalhes que em cena acabam passando despercebidos.
Você sentiu muita diferença quando o roteiro de "O Paí, Ó" deixou os palcos e partiu para o cinema e a televisão?
Vou te dizer que não somente eu, mas como grande parte do grupo ficamos com um certo medo de partir para produções maiores. Eu particularmente contornei o medo e tive muito a proteção da minha diretora Monique Gardenberg e também da sempre companheira Paula Lavigne.
Na televisão, o público brasileiro acompanhou semanalmente as histórias de pessoas diferentes que vivem um cotidiano em comum, entre idas e vindas no Pelourinho. Como foi o processo de criação desses personagens?
Apesar de grande parte da história se passar em um cortiço, a base dos personagens são as ruas do Pelourinho. Durante o processo de criação, cada ator saiu pela localidade em busca de uma pessoa que mais atraísse. Foi então que analisamos os comportamentos e criamos nossos personagens.
Lázaro saiu por volta das 3h25, antes do parabéns, mas a festa seguiu animada, com trilha sonora eclética, que ia de 'Evidências', de Chitãozinho e Xororó, a 'Baba Baby', de Kelly Key.
Entre as convidadas chamaram a atenção o modelito verão e as pernas de fora das apresentadoras Adriane Galisteu e Angélica, ao lado do marido, Luciano Huck. Em vez de presentes, a aniversariante pediu brinquedos para doar ao Hospital do Câncer, e foi prontamente atendida por convidados com Preta Gil, que caprichou nos embrulhos.